O “Projeto Aproximando Culturas”!

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Sempre acreditei na tecnologia como algo que oferece ao aluno um espaço de interação e conhecimento, que possibilita uma diversidade caminhos para a melhoria do ensino-aprendizagem. Desse modo, procuro conciliar experiências com uso de novas tecnologias na troca par a par. Acredito na aprendizagem com a noção de mediação, ou aprendizagem mediada nos moldes do pesquisador Lev Vygotsky (1896-1934). Na perspectiva da teoria sociocultural desenvolvida por Vygotsky, a aprendizagem é uma atividade conjunta, em que relações colaborativas entre alunos podem e devem ter espaço, mediadas pelo professor. Nesse contexto entra a tecnologia. Que tal se pensasse em um projeto onde houvesse interação entre crianças da mesma série, porém de universos e culturas opostas? Onde pudessem por meio da interação, aprender mais sobre os conteúdos estudados em História e Geografia? No caso, como vivem as crianças indígenas atualmente? Essa aprendizagem seria possível se o diálogo fosse estabelecido com as crianças de uma escola indígena fazendo uso da tecnologia. Mas onde conseguir encontrar esse canal? Procurei por meses e meses, fiz contato com a FUNAI, com a Universidade do Amazonas, com escolas, com o MEC e nada de encontrar. Foi quando encontrei uma reportagem de uma escola indígena, no coração da Amazônia, havia recebido tablets e apostava no uso da tecnologia dentro da sala de aula. Os professores haviam passado por uma formação para mexer numa plataforma dentro de uma rede social educacional fechada chamada Faceduc, onde os alunos podem interagir com alunos de outras escola, compartilhando conhecimentos e aprendizagens. Essa ferramenta veio a somar e a ideia era melhorar o desempenho da Escola no Ideb. Os professores postam atividades e os alunos acessam através da rede social. Entrando em contato com o Coordenador do Projeto da Ong AmaBrasil, estabelecemos uma parceria. Iniciamos então, o Projeto “Aproximando Culturas”.O trabalho envolve duas escolas: Colégio Visconde de Porto Seguro – Unidade Valinhos e a Escola Indígena Professor Antônio de Souza Pedroso, em Alter do Chão – Santarém – Pará.
Trata-se de um Projeto onde os alunos de uma mesma série de uma escola convencional e uma escola indígena, trocam informações sobre meios de transporte, escola, moradia, alimentação, brincadeiras e festas típicas, fazendo comparações, conhecendo e ampliando o universo onde cada um vive.Foto3

Reativando meu Blog!

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Três anos sem postar! A vida me afastou daqui! Após muitos acontecimentos e muitos pedidos, vou reativar esse espaço!
Esse ano tornei-me uma MIEExpert15, um concurso sobre projetos inovadores da Microsoft me deu esse reconhecimento. Eles pedem para reativar meu Blog e aqui estou. Publicarei novidades sobre o “Projeto Aproximando Culturas” desenvolvido entre a Escola Borari (Alter do Chão – Pará) e o Colégio Porto Seguro (Valinhos-São Paulo).
Então vamos lá!